Viajens sampleadas e repetições sintetizadas. É isso o que você pode esperar do hip-hop instrumental de ”The Private Press”, do Dj Shadow. Se precisa de referência,acho que essa basta: Jonny Greenwood disse que na época em que compôs o Ok Computer, Dj.Shadow foi a sua maior influência (Wow!).
Fugindo um pouco do propósito do blog, me senti na obrigação de publicar aqui uma pequeníssima parte do enorme trabalho fotográfico de Tony Katai, de Detroit.
Enjoy people!
sces:
Bastasse um sopro de ar e as linhas dos sensíveis lábios de Sofia oposuram-se, cada um para um lado. Ambos desaproximaram-se de tal forma que Pee notou o quão bonito aquele conflito entre os dois cantos da boca de sua menina tornara-se: um belo sorriso.
“E eu te amo quando você ri e existe”.
Sentir é algo forte demais
Pra quem ainda não se libertou
De antigos vícios
E sei que por mais que eu tente
Em mim, ainda há resquícios de vocêAinda temo teus olhos
Sóbrios na noite
Rascunho versos sem sentido
Que estranhamente me dão sentidoNão entendo a vã expectativa
Que percorre em minhas veias
Mas tento enxergar
Além do mundo ideal
Que minha mente construiu
Pensando em vocêSonho e realidade
Às vezes competem
E sonhar com você me ensina algo
Enquanto antigos vícios adormecem
Velhos erros se repetem
Lucil Junior diz:
a coisa mais louca da vida é isso, Nit, cê vai ver só… te juro cara, um dia, assim do nada, mas do nada mesmo, por uma coincidencia qualquer, um acaso, vc conhece alguma menina e vê que ela é ”A” menina.
Na sua memória guardada em papéis, sabia claramente que um dia, no passado, havia sido outono, e que nesse dia, em específico, ele estava sentado na antiga estação de trem, esperando por ela.
Ventava muito e o dia estava alaranjado por causa do lusco-fusco. Sentiu a brisa e com ela um perfume, aquele cheiro que ele conhecia tão bem. Ela estava chegando.
Os cabelos ruivos voavam, combinando com todo o resto.
Não foi necessário qualquer palavra. Passou a mão em seu rosto e nos seus dedos ficaram grudadas sardas, que ele gentilmente colocou de volta. Ela roubou um beijo, ele roubou dois. Deram as mãos e prometeram não soltá-las mais.
Para Nietzsche Cywisnki, em homenagem aos belos textos que um dia deletou, sem motivos. u_u”

